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NO CELESTE LAR GLORIOSO
1
No celeste lar glorioso
Da Jerusalém de Deus,
Eu espero, mui ansioso,
Encontrar queridos meus!
Lá hei de rever amigos
Que me amavam como irmão,
E que aguardam no jazigo
A feliz ressureição!
Da Jerusalém de Deus,
Eu espero, mui ansioso,
Encontrar queridos meus!
Lá hei de rever amigos
Que me amavam como irmão,
E que aguardam no jazigo
A feliz ressureição!
CORO
Ó, vem tu também comigo
À nova Jerusalém!
Pois a ti, ó meu amigo,
Quero lá rever, também!
À nova Jerusalém!
Pois a ti, ó meu amigo,
Quero lá rever, também!
2
Lá anseio ver amados
Que ainda em erro estão,
Pois Jesus, seu Advogado,
’Inda faz intercessão.
Lá desejo ouvir louvores
De teus lábios, meu irmão,
Quando, após terrestres dores,
Nós cantarmos em Sião.
Que ainda em erro estão,
Pois Jesus, seu Advogado,
’Inda faz intercessão.
Lá desejo ouvir louvores
De teus lábios, meu irmão,
Quando, após terrestres dores,
Nós cantarmos em Sião.
CORO
Ó, vem tu também comigo
À nova Jerusalém!
Pois a ti, ó meu amigo,
Quero lá rever, também!
À nova Jerusalém!
Pois a ti, ó meu amigo,
Quero lá rever, também!
3
Lá, nas ruas de ouro fino,
Vamos juntos caminhar.
Ó que bênção, peregrino,
Ó que glória singular!
Mas a bênção almejada,
A glória que mais seduz,
Será sermos recebidos
Pelos braços de Jesus!
Vamos juntos caminhar.
Ó que bênção, peregrino,
Ó que glória singular!
Mas a bênção almejada,
A glória que mais seduz,
Será sermos recebidos
Pelos braços de Jesus!
CORO
Ó, vem tu também comigo
À nova Jerusalém!
Pois a ti, ó meu amigo,
Quero lá rever, também!
À nova Jerusalém!
Pois a ti, ó meu amigo,
Quero lá rever, também!